TurboProdutividade: Como Trabalhar Menos e Ganhar Mais, Garantido!

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Então, a primeira das técnicas é a Técnica do Objetivo Duplo. Como obter muitos mais resultados e não perder o momento. O momento é uma palavra em inglês, não sei se no português fica claro, mas a ideia é que, assim… Basicamente, quando a gente começa a fazer algo, a gente começa a ganhar o momento.

Acho que dá até para falar em português direto, que vai ficando… é inércia, vai ficando mais fácil. É que nem acelerar um carro: você começa, ele, no início sofre mais, digamos, mas pouco a pouco ele vai ganhando essa inércia, e fica cada vez mais fácil.

E o segredo de alcançar o sucesso o mais rápido possível, da melhor maneira e com mais qualidade, é justamente a gente não perder esse momento, que parece simples, só que… Aconteceu comigo algo que realmente me chamou muito a atenção, e foi aí que eu desenvolvi essa técnica, estratégia de ter um objetivo duplo.

Então, essa foto aqui [acompanhe no vídeo] foi tirada em Malapascua, nas Filipinas, que é um dos lugares que eu visitei nessa viagem. Ali pelos… acho que eu estava uns quatro ou cinco meses, já, depois que eu tinha começado a minha viagem – para quem não conhece a minha história, eu sou formado em arquitetura, larguei tudo, comecei a trabalhar online com a ideia e o sonho de poder viajar o mundo, levando o meu escritório nas “costas”. Basicamente, essa era a minha ideia.

E eu lutei uns bons anos, estudei, me quebrei, errei e comecei de novo, até chegar nesse meu objetivo. E aí, finalmente, eu havia chego à Tailândia, estava viajando em Malásia, Filipinas… conhecendo lugares, exatamente como nesta foto, lugares incríveis.

Então, foram anos de trabalho e suor, para, finalmente, chegar aqui nesses paraísos, nessas ilhas exóticas de águas claras. Até ((acha graça))…  “de águas claras” lembra uma história, uma vez eu, conversando com um amigo meu, que alguém falando assim… eu contei para ele, “pô, eu estava numa ilha e incrível, não sei o que… e a água era tão clara, tão clara, que eu conseguia ver meu pé”. Aí, esse meu amigo falou, “mas que diabos eu quero ver meu pé, dentro da água, eu já consigo ver ele fora dela. Me conta uma coisa mais interessante” ((acha graça)).

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Mas, continuando aqui, mesmo estando em lugares como esse, lugares realmente incríveis… Sabe a maioria das fotos que as pessoas usam para vender ideias de: já trabalho online, demita seu chefe, blá-blá-blá? Todas essas fotos que o pessoal geralmente usa, eu estive lá. A maioria delas é do sudeste da Ásia, ou na parte ali da América Central, no Caribe. E, essa, por exemplo, é Malapascua, eu já vi várias pessoas usando, e é em Malapascua, que é um dos lugares, que eu fui, é uma ilha incrível, não tem nem caixa eletrônico lá, para ter uma ideia de tão pequena que é a ilha.

Então, eu estava nesses lugares incríveis, mas algo estava errado. Eu não estava nada feliz. E os lugares eram realmente fantásticos, aqui eu coloquei mais algumas imagens [acompanhe no vídeo] de lugares que realmente eram de mais, e era tudo que… sempre quando eu estava aqui no Brasil, sonhando que, “pô, um dia eu vou viajar lá no sudeste da Ásia, onde for. Vou levar meu escritório nas costas, vou poder ficar quanto e quando eu quiser, trabalhar online…”, um sonho, sonho, sonho… e mesmo assim, eu não… Depois de um tempo já, que eu havia chego na Tailândia, já tinha passado aquela sensação de, “uau! Cheguei, consegui!”, eu não estava feliz. E aí, eu comecei a me perguntar: por quê? Por quê?

E essa, até, é uma das vantagens de viajar. Quem já viajou sabe que a gente tem mais tempo para conversar e entendermos a nós mesmos. Até aqui, tem uma situação que eu gosto: nós viajamos, inicialmente, para nos perdermos na imensidão do mundo. Depois, nós viajamos para nos acharmos.

Então, o que isso quer dizer? Que, quando a gente viaja, muitas vezes, mais do que conhecer lugares exóticos, pessoas de diversos locais do mundo, a gente passa a nos conhecermos mais. Geralmente, os nossos picos de felicidade viajando são mais altos, e as nossas “baixas”, quando a gente está triste, são mais baixas também. Eles aumentam esse, digamos, vale.

Por quê? Um dos motivos é que, quando a gente está feliz, é uma felicidade, realmente, plena. Não é uma felicidade, simplesmente, porque, “ah, comprei mais uma porcariazinha aqui… comprei mais uma roupa tal. Comprei mais uma roupa tal”. Não, é uma felicidade plena, que realmente nos realiza lá no fundo, não é algo só superficial, que a longo prazo não agrega nada. A gente está feliz por uma memória que a gente criou, por uma experiência que a gente passou, por algo que vai ficar com a gente pela vida inteira.

E os vales são mais baixos, mais fundos, digamos, porque, quando a gente está triste, se sente solitário – o que acontece muito, não é à toa que eu li um dos maiores livros de viagens, se chama “Lonely Planet” – eles são mais baixos porque a gente está fora da nossa zona de conforto, a gente não tem a nossa família, a gente não tem nossos amigos, a gente não tem ninguém, assim, mais perto para nos consolar, para a gente fugir daquela sensação. Só que isso é ótimo, é muito bom. Por isso que muitas pessoas, quando viajam, quando elas voltam, elas voltam… dá para perceber no olho.

Eu lembro que antes de eu viajar, a minha primeira vez, há seis, sete anos, não lembro quando que foi, na época da faculdade, viajar, digamos, de morar fora, não simplesmente de ir até ali e voltar em duas semanas. Eu lembro que, num grupo de pessoas, eu conseguia ver claramente: essa pessoa viajou, essa pessoa não. Tem algo diferente no olhar, a pessoa é mais tranquila, é mais calma, ela já passou por mais experiências. E é bom, sim, a gente ter vales mais baixos, porque aí que a gente vê e reflete sobre nós mesmos, porque a gente está se sentindo daquele jeito, o que eu preciso para mudar.

E foi nessas reflexões que eu comecei a me dar conta do porque eu estava triste, mesmo estando num daqueles lugares incríveis, mesmo depois de ter lutado ano após ano, lutando, estudando, e finalmente ter conseguido viajar e ido para esses lugares, eu estava triste. Parecia não fazer sentido. Mas, conforme eu fui me perguntando, e aprendendo, principalmente em uma viagem, assim, que a gente tem tempo para se fazer perguntas realmente pesadas.

Eu digo pesadas, assim, com toda força, porque eu me lembro claramente, nessa viagem e em outras, eu parando alguns dias, tomando um café em algum lugar, e pensando, “o que realmente, realmente me faz feliz?”. E não só, “ah, meu time ganhou não sei o quê… Tomar uma cerveja”, não, o que realmente me faz feliz no fundo da minha alma, que eu faria a vida inteira? São esses tipos de perguntas que eu adoro fazer, porque é aí que a gente encontra as respostas que vão estar, sim, totalmente conectadas com o nosso tema aqui, de sermos mais produtivos. Porque é esse o tema. Sabendo isso, a nossa energia cresce a níveis absurdos, e é com ela que a gente consegue produzir mais.

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Aí, eu me dei conta que aquilo, de, digamos, estar nessas ilhas, tendo já o meu negócio online, funcionando, trabalhando onde eu quisesse, não era suficiente. A felicidade, de verdade, estava no próximo passo, na jornada, no caminho. E, até, de repente, você já ouviu isso, que a felicidade não está em chegar à felicidade, a felicidade é o que acontece enquanto você está passando. Só que, quando eu cheguei ali nessas ilhas, é que ficou muito claro.

Então, como resolver isso? Se a felicidade está no caminho, mas, ao mesmo tempo, a gente precisa de objetivos para nos guiar, como resolver isso? E aí, que eu, digamos, criei essa técnica do objetivo duplo, que é como eu faço hoje em dia. Ela, basicamente, funciona assim: primeiro você define o seu objetivo primário (o que, quando e quanto).

Depois, você se pergunta muitas vezes: por quê? Por quê? Por quê? Por que você quer o que quer? Por que você quer ganhar tudo isso? Por que você quer fazer o que quer fazer? É por você? É pelos outros? É pela sua família? É por reconhecimento? É para ajudar alguém? É por uma causa, uma missão maior? E depois, que você definir esse primeiro, você define o seu objetivo secundário. E esse secundário, falando em termos financeiros, seria bom que fosse de três a dez vezes maior que o seu primário.

Vamos supor que você está começando agora, você já ganha cinco mil reais por mês. Aí, você coloca que seu objetivo é ganhar vinte mil reais por mês. Ótimo, esse é o seu objetivo primário. Agora, já crie o seu objetivo secundário, que você quer ganhar cem mil por mês. Por quê? Primeiro: quando você chegar ao seu primeiro objetivo, assim que você consegui-lo, você não vai perder o momento, porque você já tem outro objetivo em vista, e aí que você não perde aquela, assim… você comemora, “pô, consegui finalmente chegar nisso que eu queria. Mas qual é o próximo passo?” E é aí que você não perde o momento. Você faz mais, mais e mais e a sua produtividade e felicidade ficam maiores.

E também tem a vantagem que, com o segundo objetivo… percebe agora que, por comparação, o primeiro parece relativamente fácil? “Pô, eu estava ganhando cinco mil reais por mês, eu queria ganhar vinte mil. Tá, mas se eu sei que depois eu vou querer ganhar cem mil reais por mês, ganhar vinte mil até não é tão difícil. Um quinto do valor.”. Então, isso também ajuda na mentalidade certa para criar o seu negócio, o que for, para desenvolver, para você chegar lá.

Então, essa é a técnica que eu chamo de “técnica do objetivo duplo”, que, realmente, fez muita diferença na minha vida. Eu nunca tenho só um objetivo, e sim um próximo passo maior pra eu não perder o momento, e, na minha cabeça, esse próximo passo ser relativamente fácil, comparado ao outro.

Essa foi uma das grandes mudanças que eu fiz na minha vida, que tem me ajudado muito, e eu tenho certeza que vai ajudar você também.

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Nele eu mostro, passo a passo, o exato mesmo sistema que eu e centenas de outras pessoas usam para criar seu negócio online.

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Bruno Picinini

Trocando MBAs por viagens e usando seu diploma como apoio para o pé da mesa, trabalha com empreendedorismo digital enquanto explora o mundo em busca do cálice sagrado perdido – entretanto se contenta com qualquer boa cerveja. Também é autor do Manual do Empreendedor Digital, manual gratuito que já ajudou milhares de pessoas a dar seu primeiro passo no mundo online.

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One Response to “TurboProdutividade: Como Trabalhar Menos e Ganhar Mais, Garantido!”

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  1. Gusttavo Martins says:

    Antes de qualquer coisa eu quero dizer que admiro muito o seu trabalho, e a forma inspiradora com que você cria coisas novas o tempo todo. Quando eu comecei a conhecer mais sobre Marketing Digital, o Bruno Picinini foi uma das primeiras pessoas que eu descobri e comecei a me inspirar.

    Agora falando em relação ao seu vídeo, é simplismente fantástico como você se preparou não só como um profissional mais para se tornar uma pessoa melhor. Assistir coisas assim me fazem cada vez mais acreditar que é possível alcançar qualquer coisa, e eu acredito piamente nisso…

    Eu tenho em meu site um vídeo sobre esse tema que você abordou, e seria um prazer para mim que você desse o seu Feedback…

    Um grande abraço e muito sucesso!!

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