3 Lições de Marketing Que Aprendemos Com Donald Trump

Sinceramente? Não interessa:

Você pode concordar, discordar, odiar ou amar o cara… o fato é que ele é hoje o presidente dos Estados Unidos.

Alguma coisa certa ele fez!

Então fica a pergunta: o que podemos aprender sobre marketing dessas última campanha eleitoral que teve?

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3 Lições De Marketing Que Aprendemos Com Donald Trump

Opa! Bruno Picinini por aqui, autor e fundador do projeto Férias Sem Fim. No vídeo de hoje eu quero falar sobre 3 lições de marketing que podemos aprender com o Donald Trump – esse cara que acabou de ganhar as eleições presidenciais dos Estados Unidos.

Não interessa se você concorda ou não com o que ele fala, se você acha ele uma boa pessoa, se você acha ele o pior cara da história… não interessa. O que interessa é que, no final, ele teve um resultado.

Esse resultado foi se tornar o presidente da maior potência do mundo, que é os Estados Unidos. Têm certas coisas que ele fez que dão resultado. Se você concorda ou não com ele, não interessa. Podemos aprender com o que ele fez e adaptar para os nossos negócios.

A primeira das lições que podemos tirar da campanha que ele fez é que ele polarizava a mensagem dele. Muita gente tenta agradar todo mundo ao mesmo tempo – “Se eu falar tal coisa, vou ofender X, Y e Z.” Hoje em dia, qualquer coisa que falamos ofende 3 grupos de minorias sem querer.

Mão estou dizendo que estão errados. Mas podemos ofender umas pessoas de uma maneira que não temos nem ideia… às vezes fica até difícil conversar. E ele não estava nem aí. Ele simplesmente polarizava a mensagem a ponto de ser um cara escroto.

Sinceramente, eu não concordo com muito do que ele falava. Mas o fato de eu não concordar não interessa. No final, ele ganhou. Não acho que os fins sempre justificam os meios, já que isso pode ter consequências mais graves (ainda mais se você fizer na sua empresa dessa maneira). Mas, ainda assim, vale a mensagem: polarize sua mensagem.

Escolha o grupo para qual você quer falar e foque nele. Ele conhecia muito bem o público que ele queria atingir. Ele martelou naquelas mensagens até conseguir o que queria. Vamos supor que eu esteja criando um site de um time de futebol no Brasil. Eu sou gremista e vou fazer um site sobre o grêmio.

Se eu fosse fazer um site sobre o grêmio, você acha que eu deveria me preocupar em ofender qualquer um dos outros times (principalmente o Internacional)? Óbvio que não! Pelo contrário, se é um site sobre o grêmio, é esperado de mim que eu ofenda os outros times.

Aí vai do marketing de cada um. Eu, pessoalmente, não acho que agregue alguma coisa ficar ofendendo os concorrentes. Mas, com certeza, eu não iria ficar falando bem deles, porque isso não me interessa. Se eu estou defendendo essa ideia, é nisso que eu vou focar e não nos outros.

No seu marketing, você tem que fazer o mesmo. Se você fala de saúde, talvez acredite que devamos comer mais carboidrato, menos carboidrato, mais proteína, menos proteína, mais gordura, menos gordura… O que você tenha base científica para provar, você tem que defender com todas as suas forças.

A segunda dica de marketing é que, quando você define seu público e sua mensagem, mantenha-se neles. É como ter uma lupa e tentar acender um fogo em algum lugar. Se você ficar indo com a lupa de um lado para o outro, nunca vai funcionar. Você precisa manter num ponto focal por um bom tempo até criar calor suficiente e gerar fogo.

Foi isso que o Donald Trump fez com a mensagem do “Make America Great Again” (Tornar a América Boa Novamente). Tem até um pouco de programação neolinguística nessa mensagem: significa que a América era boa, alguém a estragou e agora ele quer torna-la boa novamente. Ele focou nessa mensagem.

Poucas pessoas conseguiam lembrar do slogan da Hillary Clinton. Isso faz diferença porque isso grava nas cabeças das pessoas. Quando falamos da PUV (Proposta Única de Vendas), o que diferencia seu produto de todos os outros, porque tantas empresas usam slogan… isso foi criado muito para a época de TV.

As pessoas não podiam comprar na hora que estavam assistindo TV, porque talvez elas fossem no mercado comprar depois. Para fazer a pessoa lembrar lá no mercado sobre o que ela tinha visto, eles usavam artifícios como um slogan ou uma frase memorável. Aí as pessoas reconheciam a marca a acabavam comprando. Se a pessoa pode comprar na hora, a importância de slogan diminui.

A terceira dica é: simplifique. Eu falo bastante disso no FeriasSemFim.com. Simplifique o que você oferece, sua comunicação, como você entrega e como você vende. As duas estratégias que o Donald Trump tinha era o usar o Twitter online e os grandes rallies offline. Usando esses dois métodos com o tipo de mensagem que ele passava, ele conseguiu muita publicidade “sem pagar”, já que gerava muita comoção.

Então, em vez dar tiros para todos os lados, ele escolheu dois métodos que funcionavam muito bem para ele (Twitter e grandes rallies) e focou nisso junto com as duas outras dicas que eu falei.

Essas são as dicas/lições de marketing que podemos aprender com o Trump. Vamos ver o que acontecerá com ele na presidência. Podemos aprender essas lições e aplicar nos nossos negócios, vendo o que faz sentido para você.

Este vídeo vai ficando por aqui. Se você gostou, pode clicar abaixo para dar um joinha. Também clique para se inscrever no canal e receber uma notificação dos próximos vídeos que eu postar. Deixe suas dúvidas e comentários abaixo. Depois eu apareço para participar da conversa.

Caso você não conheça, recomendo que você visite o FeriasSemFim.com. Lá eu tenho um treinamento online gratuito onde você pode participar para aprender mais sobre como criar um negócio online do zero e trabalhar de onde e como quiser.

É isso. Vou ficando por aqui. Um grande abraço e até mais.

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